O Punhal do Soberano - Robin Hobb



Título Original: Royal Assassin
Tradutor: Jorge Candeias
Saga: Saga do Assassino
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 384

Classificação: 4/5 - Gostei Muito



Sinopse
Fitz mal escapou com vida à sua primeira missão como assassino ao serviço do rei. Regressa a Torre do Cervo, enquanto recupera do veneno que o deixou às portas da morte, mas a convalescença é lenta e o rapaz afunda-se na amargura e dor. O seu único refúgio será a Manha, a antiga magia de comunhão com os animais, que deve manter em segredo a todo o custo. Enquanto recupera, o reino dos Seis Ducados atravessa tempos difíceis com os ataques sanguinários dos Navios Vermelhos. A guerra é inevitável e preparam-se frotas de combate para enfrentar o inimigo, mas o rei Sagaz não viverá por muito mais tempo. Sem os talentos de Fitz, o reino poderá não sobreviver. Estará o assassino real à altura das profecias do Bobo que indicam que o rapaz irá mudar o mundo?

Opinião
Já li este livro à algumas semanas atrás, e acabei por me esquecer de algumas coisas que na altura pensei mas que não tomei nota.
Gostei muito deste livro. Já o primeiro livro desta saga me tinha conquistado, e a forma como a autora escreve, tal como a continuidade que dá às personagens, leva a que o leitor continue agarrado à história e com vontade de ler os próximos volumes. Infelizmente, na língua original esta saga são apenas três livros, mas a edição portuguesa é constituída por cinco volumes, visto que o segundo e terceiro volumes estão divididos em dois. Assim, quem está a ler a saga em português, que é o meu caso, tem de se sujeitar a comprar mais dois livros.

Neste livro Fitz continua a sua saga como assassino real, mas agora os problemas são também dentro do próprio castelo, sendo obrigado a estar atento a tudo o que acontece com o Rei. Além disso, Fitz volta a utilizar a Manha, um talento que tem de manter escondido a todo o custo, e começa a confraternizar com um jovem lobo.  
Continuo a gostar do Bobo. Sei que ele vai continuar com um papel fundamental em toda a história, mas por vezes é difícil perceber o sentido dos seus enigmas. Outra personagem que me despertou o interesse, e que poderia mostrar-se mais importante para o desenrolar da história é a Kettricken. É uma personagem com uma personalidade e um poder que poderiam ser aproveitados para ajudar o reino, mas que acaba por ficar em casa a tratar do jardim. O eterno papel da mulher…espero que nos próximos livros isto mude.

Tenho pena de não ter o volume seguinte para ler, mas quando tiver oportunidade vou arranjá-lo.
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2 comentários

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4 de julho de 2012 às 18:43 delete

De regresso às publicações. Muito bem!

bjo

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Kel
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4 de julho de 2012 às 20:58 delete

Olá! Um regresso não muito definitivo..mas vamos lá ver se consigo voltar a postar mais umas coisinhas..
Beijinhos

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