Mozart I, O Supremo Mago - Christian Jacq






Editora: Bertrand

Páginas: 331

Classificação: 0/5 – Desisti








Sinopse
Tem pouco mais de sete anos, mas já viajou imenso para dar concertos em Praga, Viena, Frankfurt…e tem um segredo que o conforta quando está demasiado fatigado, um tesouro pessoal, um reino imaginário bem desenhado num mapa de que nunca se separa e onde ele é o rei. Chama-se Wolfgang Amadeus Mozart, é uma criança prodígio que compõe para “encontrar as notas que se amam”. É nessa altura que lhe é apresentado Thamos, conde de Thébas, que vem do Alto-Egipto para iniciar o “Grande Mago” cuja obra evitará que a humanidade se envolva no caos. Thamos pressente que esse Mago pode ser Mozart. A partir desse momento, o homem e a criança jamais se separam. Mas conseguirá Thamos salvar Mozart das vissitudes que se lhe apresentam? Christian Jacq revela-nos os laços estreitos que Mozart mantém com a Franco-Maçonaria e conta-nos a aventura espiritual bem como a vida secreta de um dos grandes génios das História.


Opinião
Foi o segundo livro deste ano que tive de deixar a meio. Detesto quando isto acontece, mas não estou com disposição de forçar uma leitura quando esta não me está a dar prazer.
Agora falando do livro em si. Não gostei da forma como estava narrada a história – de Mozart só focava a quantidade de obras que compôs, sem fazer grande análise da sua composição, como se fosse só uma lista de compras. Por vezes dizia que Mozart compôs a peça X e a sinfonia Y no mês tal, dando o número de catálogo e a história continuava sem falar melhor das obras. Mozart é realmente um génio por compor tanto com tão tenra idade, mas o mais brilhante é perceber a genialidade das suas obras, não só o facto de terem sido escritas em determinada altura. Alguns dos dados que eram apresentados não me eram novos, e outros poderiam ser muito mais explorados e desenvolvidos.
Ao mesmo tempo que é narrada a história do génio musical surge outra história em paralelo que fala de Thamos, um homem vindo do Egipto que descobre em Mozart as capacidades do Grande Mago, um dos símbolos da Maçonaria. A forma como esta sociedade foi abordada não é muito explícita e chega, às vezes, por ser um pouco confusa. Além disso, a própria personagem não era muito real.
Pois bem, cheguei ao meio e visto que a escrita continuava a não me agarrar, e a forma como a história avançava não me entusiasmava, deixei o livro de parte.
Será que outros leitores acharam o mesmo que eu?
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9 comentários

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Ana Carvalho
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8 de março de 2012 às 23:53 delete

Também tenho o livro, foi uma oferta bastante em conta do J.

Estou na página 40 e tal e também o estou a ler muito devagar. Na verdade até pensei, à primeira vista, que fosse um livro de estudo, uma tese ou algo assim, mas é como dizes: de Mozart apenas as obras. De resto trata-se de um livro de ficção que se encontrava na prateleira de livros "específicos", secção musical, na Fnac.

Bjinhos linda!

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Kel
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9 de março de 2012 às 00:06 delete

Pois...se o leres todo conta-me como é o livro no geral. Eu perdi a vontade de o ler...queria saber mais de Mozart e só me falavam do egípcio, por isso desisti.
Beijocas

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9 de março de 2012 às 16:40 delete

Creio que existe um estudo científico publicado (OxfordUP)sobre a música de influência maçónica em Mozart. Afinal de contas são pelo menos uma dezena de obras. Sugiro a cantata "Der Seele des Weltalts" (que já cantei)... muito interessante.

Não conheço o livro mas suponho que necessite de uma interpretação ao jeito do "Código Da Vinci".

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Kel
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9 de março de 2012 às 19:09 delete

Ola Luís. Mas o que tem a Cantata a ver com a maçonaria? Não percebi com a tua explicação...

E sim, tens razão..temos de ler este livro mais como um romance, como o caso do Código Da Vinci!

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9 de março de 2012 às 19:55 delete

Dá um salto ao meu blogue, há lá um selo para ti.

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Leitora
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9 de março de 2012 às 21:53 delete

Olá... passa no blogue atmosfera dos livros tenho uma prendinha para ti;)
Beijocas.

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Kel
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11 de março de 2012 às 22:01 delete

Olá Carla e Leitora.
Já vou visitar os vossos blogues! :)
Obrigada.
Beijinhos

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14 de março de 2012 às 12:45 delete

Kel, a cantata é um hino ao Sol, poderoso astro que tudo ilumina. :) Mais maçónico que isto... Sol, o supremo mago :) É muito bonita a cantata: para tenor e coro masculino (já a cantei).

Bjo

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Kel
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14 de março de 2012 às 13:32 delete

Pois, realmente o tema é mesmo maçonico! Não conheço a cantata. Tenho de a ir procurar.
Sabes que agora voltei-me outra vez para o Mozart, mas mais para as árias sérias. :)
Beijinhos

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