Rubi – Kerstin Gier





Rubi

Kerstin Gier


272 páginas

Classificação: 2,5/5





Sinopse


O que fazer quando alguém se dá conta de que subitamente está no passado – num passado longínquo, não de décadas, mas de séculos?


Bem, em primerio lugar há que manter a calma – é o que Gwendolyn pensa. E vai-lhe ser necessária muita calma, quando descobre ter herdado da família um invulgar gene que lhe permite viajar no tempo.

Com o arrogante (mas muito giro!) Gideon como companheiro de viagem, daqui em diante as surpresas não param. Por ser a mais jovem portadora do gene, Gwendolyn é escolhida para uma missão muito importante: viajar por várias épocas para umpedir alguns erros e, basicamente, pôr o passado em ordem!

Entre alguns acidentes de percurso e algumas discussões, esta dupla tão desigual envolve-se em aventuras de toda a espécie…e ao longo de todos os tempos. Pouco a pouco, vão descobrindo que seja em que século for os opostos sempre se hão-de atrair, e que o passado já não é o que era…



Opinião


Este livro tem uma capa fantástica! É em rosa, com as figuras desenhadas em preto e em relevo. Foi uma das coisas que mais me despertou a atenção por este livro. O cuidado que tiveram com a capa é notório também, em relação à concepção do livro. A cor do número do capítulo, os vários esquemas que vão aparecendo ao longo da história, as frases deixadas pelos Vigilantes.

Embora eu aprecie livros de literatura infanto-juvenil, não consigo gostar verdadeiramente deste livro.

A história é imaginativa, interessante, com personagens bem conseguidas. Uma escrita feita para gente mais nova, tal como as vivências das personagens, cria uma atmosfera no livro demasiado infantil. Eu gosto de fantasia, gosto de romance, gosto de livros juvenis. Mas este livro não me conseguiu cativar!

Surpreendeu-me também o facto de ser o primeiro livro de uma trilogia. Eu estava a contar que fosse uma história isolada. Mas quando é bem escrito, isso apenas faz com que o leitor "se sinta obrigado" a seguir a saga para puder conhecer o desfecho da história. Não é o meu caso. Não tenciono ler os restantes livros.

Também pensei se estaria a pôr exigências a mais a um livro dedicado a jovens, mas cheguei a conclusão que recentemente li outros livros mais juvenis, e aquando a sua leitura nunca tive de pensar que a sua história/escrita era feita para outra faixa etária. Conseguia-me encaixar, reviver, entender, aqueles pensamentos e acções. Não foi o que me aconteceu neste livro. Sinceramente, estava à espera de melhor.

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