"Chegou à conclusão de que mesmo que alguém não fosse perfeito, ou não fosse mesmo especialmente bom, não se podia menosprezar o amor que sentisse. Amor era sempre amor. Tinha uma justeza muito sua, mesmo se a pessoa que sentisse esse amor estivesse carregada de erros."


Marisa de los Santos
in O Amor Não Espera à Porta
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1 comentários:

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Rui Bastos
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2 de outubro de 2010 às 23:01 delete

Preciso de falar contigo, rapariga! Vê lá se apareces :p

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